Dolores Ibárruri

Dolores Ibárruri (1895 – 1989), foi uma líder comunista espanhola famosa por seus dizeres durante a guerra civil espanhola, “No pasarán!”.

Ibárruri é a oitava de onze filhas, nascida em uma família completamente pobre, foi obrigada a sair da escola logo aos 15, devido a necessidade de trabalhar para o sustento próprio e familiar. Com o passar do tempo, seu lado político cada vez mais radicalizado começou a aparecer, e ainda aos 18 anos publicou um artigo em um jornal chamado El Minero Vizcaino, utilizando seu pseudônimo de La Pasionaria.

Juntou-se ao partido comunista aos 20 anos, que recém havia sido formado. Já durante sua carreira política, sua vida foi marcada por diversas prisões por atividades políticas, principalmente nos fortes períodos de opressão que se seguiram nas vésperas da guerra-civil.

Como política, sua imagem tornou-se um símbolo nacional, ainda mais durante a guerra civil, antes como deputada no parlamento republicano, depois como grande oradora em tempos de guerra, famosa por seus discursos e dona de diversas frases impactantes, algumas que viraram músicas revolucionárias, outras que motivavam todos durante a guerra, como “é melhor morrer em seus pés do que viver em seus joelhos”.

Após a vitória fascista de Franco na guerra civil durante 1939, a mesma escapou para a União Soviética para evitar sua morte. No Estado Operário, ela representou o partido no congresso do Kremlin até 1960.

Retornou à Espanha em 1977, após a morte de Franco e a legalização do Partido Comunista. Assim foi reeleita para seu mandato de deputada no mesmo ano, contudo fora obrigada a renunciar devido a problemas de saúde.

Permaneceu como presidente honorária do partido até sua morte, sendo que em 62 publicou suas memórias em “El único camino”.

Dolores Ibárruri
Dolores Ibárruri
País de Nascimento

País Basco, Espanha

Nascimento e Morte

9/12/1895 – 12/11/1989

Família

Resumo

Líder comunista espanhola famosa por seus dizeres durante a guerra civil espanhola, “No pasarán!”. Como política, sua imagem tornou-se um símbolo nacional, ainda mais durante a guerra civil, antes como deputada no parlamento republicano, depois como grande oradora em tempos de guerra